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17 de maio de 2012
Aliança TI recebe visita do novo Diretor de Vendas da EMC no Brasil
Presença de Executivos da EMC² em Natal comprova parceria com a Aliança TI
Durante essa quinta-feira, estiveram presentes em Natal o novo Diretor de Vendas da EMC no Brasil, Weber Abreu, o Gerente de Contas Norte Nordeste da EMC², Samir Dayyoub.
Junto à equipe comercial da Aliança TI, ambos estiveram em Natal realizando reuniões e contatos comerciais para gerar novos negócios com tecnologia EMC², conduzidos pela Aliança TI.
A EMC é líder mundial em proteção de dados e software de armazenamento e atua no desenvolvimento e fornecimento de tecnologia de infraestrutura da informação e soluções que permitem que empresas de todos os tamanhos transformem a maneira como competem e criam valor a partir de seus dados.
A Aliança TI é o parceiro EMC² mais certificado do Nordeste e tem casos de sucesso com tecnologia do fabricante em clientes como Nordestão, Sebrae RN, Grupo Vila, MultDIA, Secretaria de Estado da Tributação do RN, CDA, Hospital do Coração, Atacado dos Presentes (PE), Supermercados Arco-íris (PE), entre outros.
Enviado às 12:01
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Enviar por E-mailEMC adquire XtremIO
EMC adquire empresa pioneira em armazenamento Flash
A EMC anunciou no último dia 10 de maio a aquisição da XtremIO. Considerada por muitos como uma das pioneiras em arquitetura de 0061rmazenamento Flash do mundo, a empresa israelita XtremIO fornece uma nova dimensão à EMC para continuar a melhorar e ampliar o seu portifólio e a liderança mundial em armazenamento Flash. A arquitetura de armazenamento empresarial all-Flash e escalável da XtremIO foi desenvolvida para aproveitar a velocidade e capacidades únicas da memória Flash.
A entrada da XtremIO complementa a gama de sistemas e software baseados em Flash da EMC, decorrentes da entrada da EMC no mercado de armazenamento Flash em 2008, quando se tornou a primeira a integrar drives Flash em arrays de armazenamento empresarial.
A XtremIO traz à EMC uma tecnologia incrível com uma equipe fantástica que tem conseguido elogios de clientes e de muitos dos gurus da indústria Flash, afirmou Pat Gelsinger, COO e presidente da EMC para Produtos de Infraestrutura de Informação da EMC.
Os Flash drives no EMC VMAX, VMAXe, VNX, VNXe e arrays de armazenamento Isilon permitem agora que os clientes consigam uma ordem de magnitude com melhor desempenho do que 15K HDDs para as aplicações e conjuntos de dados que exigem desempenho adicional. Ao colocar a tecnologia Flash no servidor numa placa PCIe, como evidenciado pelo EMC VFCache, pode acelerar o desempenho até outra ordem de magnitude maior do que 15K HDDs.
A EMC também anunciou o "Thunder Project," otimizado para workloads de leitura / gravação de alta frequência e baixa latência. O projeto Thunder vai aproveitar a tecnologia avançada PCIe disponibilizada no VFCache para alavancar o poder do Flash através de um servidor de rede dedicado baseado em Flash. O software EMC FAST (Fully Automated Storage Tiering) permite aos clientes mover automaticamente dados de alta performance – ou “hot” – para Flash Drives empresariais para melhorar o desempenho da aplicação do sistema de armazenamento, e automaticamente mover dados menos ativos de armazenamento para tiers de storage SAS / FC e NL-SAS / SATA para reduzir custos.
Esperamos que a tecnologia XtremIO, uma vez introduzida no mercado, tenha um tremendo impacto na capacidade dos nossos clientes aproveitarem as vantagens exclusivas do armazenamento eFlash em muitas das suas aplicações mais exigentes, complementou Gelsinger.
Enviado às 11:03
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Enviar por E-mail02 de maio de 2012
As transformações do EMC World 2012
Transformações da TI e o reflexo nos negócios e nas pessoas é o tema do EMC World 2012
Nos próximos dias 21 a 24 de maio, estará ocorrendo em Las Vegas, o EMC World 2012. A EMC é um dos principais parceiros da Aliança TI e estarei presente ao evento pela primeira vez. Para se ter uma ideia do porte do EMC World, ano passado circularam pelo Hotel Venetian, onde tradicionalmente é realizado o evento, mais de 10.000 pessoas para discutir temas relacionados com a nuvem e big data. Além, é claro, de toda interação via internet e redes sociais potencializadas pela EMC.
O evento é um espetáculo que congrega conhecimento, entretenimento e interatividade e é um dos mais aguardados no mundo todo pela indústria de TI. Para este ano, o tema principal do EMC World será “Transformar a TI, os negócios e a si mesmo. O tema é uma evolução das discussões dos anos anteriores e é um chamado para clientes, parceiros e a própria EMC.
Como sabemos, está ocorrendo uma grande transformação ao nosso redor, desde os recursos que temos à nossa disposição até a forma como abordamos a prestação de serviços e alocação de recursos. Computação em nuvem e virtualização são grandes condutores de tais mudanças, mas existem muitas outras forças que precisam ser discutidas.
A EMC já é consciente que a discussão não é mais se a nuvem vai transformar a TI, mas sim quando e como. Ao mesmo tempo, a EMC acredita realmente que a explosão do volume de dados, o chamado Big Data, irá transformar completamente os negócios. Mesmo essa tendência sendo menos comentada que a nuvem, alguns estudiosos apontam que o seu impacto possa ser tão grande quanto a nuvem. Ou maior.
Para dar resposta a essas tendências, a EMC acredita que terá que TRANSFORMAR – sua equipe, seus processos, seus parceiros e em algumas áreas, o próprio modelo de negócio. E o EMC World é o grande evento de discussão e apresentação dessas mudanças.
Com 500 ou mais sessões e laboratórios que abordam temas como "Big Data, armazenamento e análise", "Backup, Recuperação e Arquivamento", "Segurança e Conformidade" e "Cloud Computing", serão quatro dias de imersão e treinamentos hands-on nas habilidades em que a TI precisa de evolução.
Eu vou experimentar todas as mais recentes soluções integradas da EMC no Pavilhão de Soluções, com mais de 100 expositores envolvidos, dentre eles, VMware, Dell, Oracle, Cisco, Intel, etc. Esta é uma ótima maneira de separar o que é boataria da realidade para que possamos, aqui no nordeste, apresentar as melhores decisões de compra possíveis para nossos clientes.
Teremos a oportunidade de discutir as prioridades da TI com especialistas da indústria e construir a nossa rede de relacionamentos para aconselhamento e discussão de melhores práticas. No próximo mês, trarei nossas impressões sobre o que terá sido o EMC World e as novidades que certamente vão influenciar os rumos da TI para os próximos 12 meses.
Enviado às 12:00
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Enviar por E-mail23 de abril de 2012
Potencialize seus resultados com a 12ª geração de servidores Dell
Dell apresentou as novas tecnologias da sua 12ª geração de servidores
A Dell do Brasil lançou oficialmente em São Paulo, na última quarta-feira (18/04/2012) a 12º geração (“12g”) de seus servidores PowerEdge. Em um evento que reuniu clientes e parceiros, a Dell apresentou algumas novas tecnologias empregadas nestes equipamentos.
Uma delas é a tecnologia de Fresh Air, que promete reduzir o consumo de energia de refrigeração do data center por conta de uma técnica diferenciada de autorresfriamento. Essa novidade permite o armazenamento do hardware em um ambiente com temperatura média de 35ºC.
Isso também significa que o resfriamento pode ser diminuído ou mesmo desativado de 1/3 a 1/2 do dia sem que isso represente problemas para os servidores. Trata-se de uma característica interessante porque uma parte considerável das despesas dos data centers vêm dos sistemas que mantêm a temperatura ambiente.
Além disso, os recursos dos novos PowerEdge aumentam o desempenho por watt em até 101 vezes com relação aos servidores da Dell de 10 anos atrás, permitindo que grandes centros de dados economizem até US$ 1,8 milhão por ano só em energia para servidores.
A empresa apresentou também o iDRAC7 associado ao Lifecycle Controller. Trata-se de uma ferramenta diferenciada de gerenciamento de sistemas da Dell, que automatiza as funções diárias, simplifica e acelera a implantação e ajuda a reduzir o custo total de propriedade e o tempo despendido no gerenciamento de TI.
Os servidores da 12ª geração oferecem desempenho geral equilibrado com maior capacidade de I/O, slots de expansão mais rápidos e em maior quantidade, e muito armazenamento interno, incluindo as unidades de estado sólido Express Flash ultrarrápidas.
A nova geração é voltada tanto para pequenos clientes quanto para grandes fornecedores de nuvem. A fabricante espera que a linha seja comprada tanto por companhias que investem em infraestrutura interna quanto para empresas fornecedoras de cloud computing, por exemplo. As vendas, que já ocorrem desde o início deste mês, são feitas no Rio Grande do Norte e na Paraíba pela Aliança TI.
Enviado às 14:20
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Enviar por E-mail16 de abril de 2012
Aliança vence pregão no TCE/RN com EMC, VMware e Dell
Ata do TCE/RN é publicada e já está disponível para adesão
A Aliança venceu pregão eletrônico no Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (RN) realizado no início de março da estruturação de um novo Data Center do TCE/RN.
O projeto envolve alta disponibilidade e consolidação de dados com storage EMC² VNXE3100, switches Dell PowerConnect 5524, servidores Dell PowerEdge R610 com configuração para virtualização formando um cluster VMware, com o VmWare vSphere 5 Edição Essentials Plus.
A Aliança Tecnologia da Informação, em parceria com a Officer Distribuidora, foi a vencedora da licitação, que envolveu inclusive a formalização de uma ata de registro de preços ao final do processo. Com rapidez e economia, órgãos públicos de todo Brasil têm a possibilidade de adesão a essa ata de registro de preços já licitada.
Para maiores esclarecimentos sobre o processo de adesão e consultoria quanto aos produtos presentes na ata, entre em contato com a Aliança Tecnologia da Informação.
Enviado às 10:17
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Enviar por E-mailParceria com a CPD Informática avança nos TRT de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte
TRT dos 3 estados se preparam para novos desafios com suporte da tecnologia
A Aliança fechou um acordo operacional a parceria com a CPD Informática, de Brasília, para a instalação de equipamentos Dell adquiridos pelo TRT 21ª, 6ª e 13ª Região (Natal, Recife e João Pessoa), por adesão a Ata do TST, .
Durante o mês de março e abril, a Aliança realizou os procedimentos com sucesso nas unidades de Recife e João Pessoa. Até o fim de abril está prevista a conclusão da instalação em Natal.
Essa aquisição dotará cada unidade do Tribunal com Blades Dell PowerEdge M1000e, com lâminas Dell PowerEdge M915 e Dell PowerEdge M610, além de switches Dell PowerConnect M8024-kk e M6220.
Enviado às 09:25
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Enviar por E-mail12 de abril de 2012
Aliança TI finaliza projeto com EMC² e VMware no TRE/PB
Projeto posiciona o TRE/PB como um dos mais avançados em tecnologia do nordeste
A equipe da Aliança TI concluiu a implantação e transferência de tecnologia de projeto com strorage EMC² e virtualização VMware para o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba - TRE/PB.
O projeto envolve um sistema de consolidação, virtualização e continuidade de negócios, com equipamentos e tecnologia da EMC² e Vmware, empresas especialistas nessas áreas e parceiras da Aliança TI.
Esse novo ambiente posiciona o TRE/PB como um dos mais avançados do Nordeste na área de TI, com um data center moderno e flexível, permitindo redução de custos operacionais, segurança da informação e proteção contra desastres.
Enviado às 10:37
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Enviar por E-mail05 de abril de 2012
Aliança obtem certificação de “Especialista em Governo - Dell”
Nova certificação posiciona a Aliança entre os parceiros Dell que podem atuar em projetos na área pública com Dell
A Aliança TI concluiu neste mês a certificação Dell de especialista em atendimento a clientes governamentais.
Com o intuito de avançar na qualificação de atendimento comercial e técnico de parcerias, a Dell passou a exigir desde fevereiro uma certificação de seus parceiros para atuar no segmento governamental em licitações de alto valor.
O último passo foi a certificação de Suderleny Guimarães, Diretora Comercial da Aliança, por meio de prova de proficiência para avaliar aptidões para participação em licitações e contratações junto aos órgãos/entidades do Governo em relação aos produtos e serviços DELL.
Enviado às 14:37
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Enviar por E-mail15 de março de 2012
Otimizando a jornada rumo à nuvem
Identificar suas necessidades é essencial para sua jornada rumo a nuvem
Por Luiz Guimarães – arquiteto de soluções da Aliança TI
A adoção da nuvem é cada vez mais uma realidade. A questão hoje é como usar a nuvem para otimizar o desempenho econômico dos sistemas de informação e tecnologia para os negócios. Onde deve ficar cada aplicativo, ou conjunto de aplicativos relacionados? Em uma nuvem pública, em uma nuvem particular, em uma nuvem híbrida ou no antigo ambiente computacional da organização? Onde cada uma destas aplicações oferece a melhor combinação de desempenho, custo e flexibilidade?
No último artigo, citei a metodologia da EMC² para a migração para a nuvem. Segundo esse método, as empresas devem avaliar especificamente que aplicativos e informações são apropriados para a computação de nuvem, e que tipo de nuvem é o melhor destino para cada um, por meio de três filtros: economia, confiança e funcionalidade. Agora vamos explorar cada um dos aspectos dessa metodologia.
O filtro de economia permite avaliar o impacto econômico de mover cada aplicação específica para a nuvem. Observe a dimensão dessa mudança e o volume de transações, incluindo o número de usuários e o consumo de recursos de processamento e de armazenamento: eles são grandes o suficiente para fazer a diferença em termos de custo operacional diário?
A chave para esta análise econômica é obter um custo global razoavelmente preciso que inclua os custos do que está se movendo para a nuvem e está operando lá. Quanto esforço será necessário para adaptar a aplicação e suas interfaces? Como o consumo de largura de banda e os recursos de gerenciamento de rede aumentarão, incluindo backup e recuperação, se a nuvem de destino for remota? Quanto será economizado em cada uma das categorias de custo de TI depois que a aplicação for movida para a nuvem? Qual é o resultado de cada aplicação individual?
O filtro de confiança deve ser usado para avaliar quais opções de implementação em nuvem podem atender as aplicações adequadamente, ou talvez melhor do que o atual ambiente pode? Anote as melhorias necessárias independentemente da migração planejada para a nuvem. As aplicações com menos requisitos de confiança têm opções mais flexíveis de nuvens. Algumas aplicações serão rapidamente desqualificadas da nuvem pública por questões de conformidade e governança. Você precisa perguntar: Que riscos são reduzidos pela migração para a nuvem? Que riscos são aumentados? Que táticas de redução de riscos podem permitir que a aplicação seja executada com confiança em uma nuvem pública? Como podemos aproveitar a migração para a nuvem privada para melhorar o perfil de confiança da carga de trabalho?
Com relação ao filtro de funcionalidade, você deve se perguntar se a aplicação pode operar na nuvem pelo menos tão bem quanto opera hoje? Ela perderá funcionalidade devido a restrições em interfaces com outros aplicativos menos compatíveis com nuvens ou devido a restrições na disponibilidade e no movimento de informações? Seus recursos de desempenho básicos, como tempo de resposta, podem ser mantidos? O acesso por usuários autorizados fora da empresa, especialmente os clientes, poderá ser complicado (ou facilitado) pelo movimento para a nuvem? O conteúdo básico e os códigos de aplicativos não devem ser afetados pelo movimento de uma aplicação para a nuvem, mas outras coisas podem mudar, especialmente as relacionadas ao acesso e às interfaces. Portanto, analise previamente o contexto do desempenho de toda a carga de trabalho. A funcionalidade será reduzida ou perdida? E lembre-se de pensar em como a funcionalidade, o desempenho e a flexibilidade podem ser aprimoradas pelo movimento para a nuvem.
Conforme os três filtros são aplicados, o destino preferido de implementação em nuvem de cada aplicação surge. Por exemplo, os custos globais poderão mudar se despesas forem adicionadas para manter a funcionalidade da aplicação ou para ajustar seu perfil de confiança por meio de melhorias na segurança. Tenha em mente também que um baixo retorno econômico pode não ser um desqualificador para uma aplicação que pertença à nuvem devido à agilidade e ao desempenho dos negócios.
Enviado às 14:57
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Enviar por E-mail10 de fevereiro de 2012
Caminhando em direção à sua nuvem.
Analisar a carga de trabalho inicial e do fluxo de informações é essencial para sua jornada para a nuvem
Por Luiz Guimarães – arquiteto de soluções da Aliança TI
No último artigo, tratei da jornada rumo a nuvem. Essa jornada inicia na virtualização e continua seu caminho. Para se ter maior sucesso nessa jornada, as empresas podem ficar em dúvida sobre como avaliar que aplicativos e informações são apropriados para a computação em nuvem, e que tipo de nuvem é o melhor destino para cada um.
Comece identificando as aplicações e dados que são candidatos ao movimento para a nuvem. Aplicações bem definidas e modulares com poucas interfaces podem ser boas candidatas, como e-mail ou espaços de colaboração; sistemas herdados difíceis para reconfigurar não. Analise os dados e aplicativos associados a cada carga de trabalho. Qual é a importância e o valor deles para sua empresa? Quem os utiliza e como? Em quais fluxos de trabalho e na tomada de quais decisões de negócios eles são necessários? Além disso, onde se originam e como fluem as informações, tanto dentro quanto fora da organização? E qual a importância e o quanto confidencial são as informações? O objetivo desta análise inicial é desenvolver um inventário de aplicações e dados e compreendê-los em detalhes suficientes para identificar o potencial de migração para a nuvem por meio de três filtros, segundo metodologia desenvolvida pela EMC²:
Economia – as vantagens de custo da nuvem são atrativas? Sobretudo em se tratando de nuvem pública, esse é um fator a ser bem dimensionado.
Confiança – a implementação da nuvem pode atender os requisitos de segurança da aplicação e dos dados?
Funcionalidade – a aplicação pode operar em um ambiente de nuvem pelo menos tão bem quanto hoje?
Esse processo culmina em uma avaliação e um roteiro para a continuação da jornada, que envolve a adoção da tecnologia e sua automação, mudanças de processos e treinamento de pessoal, migração de aplicações específicas para seus destinos de nuvens, dentre outros. Tudo isso sob a orientação de uma estrutura clara de governança. Um roteiro estabelece o escopo, os objetivos e as medidas. Ele detalha as ações de implementação, sequências, dependências, metas, alternativas e possibilidades de ações alternativas. E ele detalha os meios de acompanhamento de progresso e de desempenho, bem como capta o que foi aprendido ao longo do caminho.
A adoção de nuvem é uma viagem, não uma implementação única. A consolidação e a virtualização da tecnologia e a reautomação de seu gerenciamento ocorrem no início da jornada e produzirão benefícios financeiros imediatos. Mas as aplicações e dados migrarão para as nuvens privadas, públicas e híbridas com o tempo, conforme as cargas de trabalho e seus destinos de nuvem estejam prontos. As pessoas aprenderão a trabalhar, colaborar e usar informações e aplicativos de novas maneiras. Os benefícios de desempenho e agilidade dos negócios, além dos ganhos econômicos, se acumularão e aumentarão.
Enviado às 09:31
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Enviar por E-mail25 de janeiro de 2012
Hot Spot marca parceria Aliança e Dell também na Paraíba
O Aliança Hot Spot em parceria com a Dell, em João Pessoa, levou conhecimento às empresas da cidade.
No dia 18 de janeiro, a Aliança realizou seu primeiro evento em conjunto com a Dell na Paraíba para consolidar a parceria com o fabricante também nesse estado. O evento foi realizado em João Pessoa, na Churrascaria Sal e Brasa, e contou com a presença de vários gestores de TI da Paraíba em um almoço executivo.
A agenda contou com uma apresentação do Executivo de Contas da Dell do Brasil, Fabiano Ornelas, sobre “Simplificação da TI com DELL”, em que abordou o portfólio da empresa e como ela está posicionada para os próximos anos. E continuou com uma palestra conduzida por Luiz Guimarães, arquiteto de soluções da Aliança TI, sobre “Soluções de gerenciamento de sistemas DELL”, em que ele abordou as diversas ferramentas de gerenciamento remoto do fabricante, inclusive Kace, nova solução da Dell baseado em appliances que atende a todas as neces¬sidades de gerenciamento de sistemas de uma empresa, desde a implan¬tação inicial de sistemas até o gerenciamento contínuo e atualização da base.
Esteve presente também ao evento o Executivo de Contas da Dell, Alex Silva, que parabenizou a Aliança pelo Hot Spot realizado em conjunto com a Dell, ressaltando a parceria com a Aliança já fortalecida no Rio Grande do Norte e agora se intensificando também na Paraíba.
O evento teve a presença das principais empresas públicas e privadas de João Pessoa, entre clientes da Dell e da Aliança, para discutir temas atuais da área de TI que certamente irão contribuir com os desafios de negócio das empresas
Vários dos clientes parabenizaram a chegada de um parceiro da Dell à Paraíba, para facilitar o contato e o conhecimento com produtos e soluções Dell. Além disso, ressaltaram também a importância de um evento em que são divulgadas novidades e produtos antes desconhecidos, como a solução Dell Kace e o gerenciamento via vPro.
Enviado às 13:25
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Enviar por E-mail23 de janeiro de 2012
Aliança TI participa de treinamento da Dell em Recife
Luiz Augusto Guimarães e Airton Minchoni estiveram em Recife representando a Aliança
Nos dia 9 de janeiro, a Aliança TI esteve em Recife/PE, participando do Treinamento Presencial do Progama de Parceria da Dell. O evento teve como objetivo apresentar com mais detalhes as novas soluções Dell KACE de gerenciamento e implantação de sistemas, ficar por dentro da nova geração de servidores 12G, além de conhecer melhor o portfólio de serviços Dell e as soluções de conectividade wireless do fabricante. Vale lembrar que a Aliança é o parceiro oficial da Dell para o mercado corporativo no Rio Grande do Norte e agora também na Paraíba.
Enviado às 10:43
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Enviar por E-mail20 de janeiro de 2012
InovaAliança marca melhorias para 2012
Equipe reunida para discussão do Planejamento Quadrianual
Na segunda semana de janeiro, o time Aliança TI parou suas atividades durante um dia inteiro para discussão do planejamento quadrianual da empresa. Em um clima descontraído, a beira da piscina, em Cotovelo, o time se reuniu em uma sexta-feira para traçar os rumos estratégicos da empresa para os próximos anos. O InovaAliança faz parte da política de melhoria contínua da empresa e visa aprimorar os processos de atendimento e serviços técnicos ao cliente além de definir o plano de expansão e a orientação dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento para geração de negócios futuros.
Enviado às 15:30
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Enviar por E-mail15 de janeiro de 2012
Primeiro a virtualização. Depois a nuvem.
Virtualizar é a primeira etapa em sua jornada para a nuvem
Por Luiz Guimarães – arquiteto de soluções da Aliança TI
A virtualização está transformando rapidamente o panorama de TI e mudando fundamentalmente a forma como as empresas usam a computação. Muito se fala em avançar em direção a nuvem, mas antes disso, precisamos estar preparados e amadurecer a nossa jornada rumo à nuvem.
Na primeira fase dessa jornada, a maioria das organizações deseja, sobretudo, aumentar a eficiência dos servidores e reduzir as despesas com ativos fixos (infraestrutura), virtualizando as cargas de trabalho de baixo risco. Esses passos iniciais permitem que se obtenha uma redução imediata e significativa dos custos, o que aumenta a confiança na virtualização.
Com a infraestrutura virtualizada, as organizações de TI oferecem uma qualidade mais alta de serviço, uma vez que, nesse tipo de infraestrutura, os aplicativos apresentam melhor desempenho e são mais confiáveis.
Na segunda fase da jornada, elas percebem o valor exponencial da virtualização, implementando o gerenciamento orientado por políticas. Nessa etapa, aumenta a qualidade geral do fornecimento de serviços e a disponibilidade dos aplicativos é aprimorada nos sistemas imprescindíveis aos negócios.
Implantam-se políticas estruturadas de backup simplificado e de recuperação de desastres, reduzindo o tempo de inatividade causado pelos eventos catastróficos. A essa altura, geralmente a TI passa a ser vista não mais como um centro de custo, mas sim como um agente facilitador que possibilita alcançar os objetivos corporativos e aumentar a agilidade.
Com a virtualização do data center, aliada ao gerenciamento no nível de serviço e operacional, as empresas iniciam as bases para efetivar sua jornada para a nuvem, em que irão obter melhor controle, transparência financeira e autoatendimento para vários tipos de usuários.
As melhorias em termos de agilidade, redução dos custos e qualidade de serviço permitem que as organizações possam avançar para a terceira fase de sua jornada: um modelo de TI como serviço, fornecendo à empresa uma computação automatizada e sob demanda. Isso resulta em uma gestão de TI que passa a ser capaz de responder rapidamente às necessidades de negócios e de TI.
Enviado às 12:39
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Enviar por E-mail12 de janeiro de 2012
10 de dezembro de 2011
Por que virtualizar VMware com EMC é melhor?
A EMC se integra à VMware mais do que qualquer outro fornecedor.
Por Luiz Guimarães – arquiteto de soluções da Aliança TI
Seja qual for a etapa em que você se encontra em sua jornada de virtualização, a vasta experiência da EMC com VMware pode melhorar e acelerar sua implementação. Talvez você ainda esteja no início do processo e precise comprovar o valor da virtualização. Ou talvez você queira estender a eficiência da virtualização para a proteção de dados, a continuidade de negócios e a recuperação de desastres. Em todos os casos, virtualização atrelada a um projeto de storage é primordial. Gostaria de discutir aqui três razões para se implementar o VMware integrado a família de storages EMC VNX.
O primeiro ponto é que a EMC se integra à VMware mais do que qualquer outro fornecedor. A EMC tem mais de 60 pontos de integração com o VMware vSphere, permitindo ao VNX maximizar desempenho e facilidade de uso. Além disso, a EMC é o único fornecedor compatível com todas as famílias de API do vStorage.
Algumas vantagens dessa integração são:
• O plug-in Virtual Storage Integrator para VMware vCenter permite que administradores de VMware provisionem, monitorem e gerenciem o armazenamento sem ter de aprender uma nova interface.
• O EMC Unisphere oferece aos administradores de armazenamento uma visualização do ambiente VMware e de como ele se relaciona com a infraestrutura de armazenamento, permitindo melhor colaboração e comunicação na equipe do data center.
• A EMC dá total suporte à VAAI (VMware vStorage API for Array Integration) do VMware vSphere, permitindo que o VNX execute tarefas relacionadas a armazenamento executadas anteriormente pelo ESX Server, melhorando drasticamente o desempenho e reduzindo o impacto de máquinas virtuais com uso intenso no resto do ambiente.
• As tecnologias EMC de replicação com reconhecimento de aplicativos simplificam a proteção de dados oferecendo cópias quase instantâneas de seus dados. O EMC RecoverPoint registra cargas de trabalho das aplicações em tempo real para que você possa voltar rapidamente a qualquer ponto no tempo e reverter seu ambiente para um ponto muito específico — por exemplo, imediatamente antes de um upgrade.
O segundo ponto é que o EMC VNX foi criado tendo em mente a eficiência advinda dos ambientes virtuais. Alguns recursos que fazem do VNX o sistema de armazenamento mais eficiente do mercado.
• O FAST VP, o produto EMC de armazenamento com classificação totalmente automatizada por níveis, movimenta os dados automaticamente com base na carga de trabalho, otimizando a utilização do armazenamento exatamente como o VMware Dynamic Resource Scheduler (DRS) otimiza a utilização de servidores.
• O FAST Cache do EMC VNX usa EFDs (Enterprise Flash Drives) como cache adicional de leitura-gravação, o que permite alcançar altíssimas taxas de throughput com pouquíssimos discos mecânicos rápidos.
• Você tem a capacidade de maximizar o desempenho de espaço com as tecnologias de redução de dados do VNX, como Virtual Provisioning, desduplicação e compactação de arquivos e compactação em blocos.
E, por último, a EMC faz o máximo para permitir que os clientes implementem adequadamente e maximizem os benefícios da virtualização com VMware. A EMC testa rigorosamente as implementações do vSphere — desde o servidor, passando pela rede, até o storage array — para garantir que os requisitos de desempenho e a capacidade de expansão sejam atendidos. Assim, o programa de engenharia EMC Proven Solutions não supõe que uma configuração funcionará, ela efetivamente comprova e a publica.
Com isso, podemos garantir que a EMC torna sua jornada mais segura com as diversas integrações com a VMware.
Enviado às 11:34
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Enviar por E-mail14 de novembro de 2011
A transformação da TI do século XXI: o Gerenciamento e a Computação em Nuvem
Transformar a TI é fundamental, principalmente em questões relacionadas a Gerenciamento e a Computação em Nuvem.
Por Luiz Guimarães – arquiteto de soluções da Aliança TI, parceiro da Dell
Li recentemente um artigo de Rodrigo Gazzaneo, responsável pela Prática de Virtualização da EMC para a América Latina, falando sobre os principais assuntos discutidos na edição brasileira do Gartner Symposium 2011, realizada em São Paulo no final de outubro.
A partir dessa leitura, resolvi me valer do que foi discutido no evento e fazer um resumo do artigo de Gazzaneo para que possamos refletir e acompanhar as tendências que vêm se discutindo Brasil e no mundo afora. A mensagem principal do evento, segundo Gazzaneo, é que é fundamental uma transformação da TI e os dois focos principais dessa mudança são o Gerenciamento e a Computação em Nuvem.
Ele nos lembra da visão correta do termo Computação em Nuvem. Não é simplesmente entregar recursos e responsabilidades para novos provedores de serviços, mas sim a liberdade de escolha de recursos (liberdade + escolha = redução de custos), sem perder de vista o controle e o gerenciamento.
E ainda aponta que a diferença é que, nesse momento, o “gerenciamento” ganha uma perspectiva de gestão de serviços muito mais concreta do que apenas gestão de infraestrutura, equipamentos e plataformas. O gerenciamento da área de TI do século XXI deve ser orientado a serviços. Deve ser capaz de controlar serviços de tecnologia inclusive os baseados em ofertas externas de recursos, em modelo hosting, virtual hosting e Cloud.
Sua conclusão é que o gerenciamento da área de TI do século XXI deve ser automatizado para permitir aos administradores alcançarem a eficiência e a agilidade necessária para suportar o volume de serviços de tecnologia demandado hoje em dia. A vantagem é que automação e agilidade são muito mais simples de se implementar em um ambiente virtual.
E nessa nova etapa de virtualização e Computação em Nuvem, toda uma nova família de ferramentas de gestão de TI precisa ser repensada pelas organizações. A maioria das ferramentas implementadas hoje não foram desenhadas considerando a virtualização como a plataforma estratégica para o Data Center. Ao contrário, partiram de uma arquitetura que ainda era física para o Data Center, pensando em sistemas cliente-servidor em rede, orientada a agentes distribuídos e coletores de dados em diferentes elementos, e esse modelo não escala na arquitetura altamente consolidada com a virtualização.
As novas ferramentas de gerenciamento devem ser capazes de suportar a escalabilidade da Nuvem. Devem compreender que a virtualização é a plataforma padrão do Data Center. Como definiu Paul Maritz, CEO da VMware : “é o novo hardware”. Deve se valer dessa camada de serviços virtuais para ser mais eficiente e escalável.
Uma plataforma de virtualização robusta, como é o caso do VMware vSphere, passa a ser estratégica porque traz serviços integrados que facilitam a gestão do ambiente com a escalabilidade do modelo em Nuvem. A VMware possui diversas soluções de gerenciamento em vários níveis e funções para responder às demandas do ambiente de nuvem, inclusive com ferramentas próprias para o gerenciamento de recursos para Computação em Nuvem.
A conclusão que podemos ter do que escreveu Gazzaneo é que precisamos, além das ferramentas, orientar a gestão da TI para esse novo momento, para as mudanças que estão ocorrendo a nossa volta. Se ainda não é uma realidade em sua empresa, prepare-se que essas transformações devem ocorrer em breve.
PS: se quiser ler o artigo completo e outros materiais de Rodrigo Gazzaneo, acesse sua coluna em
itweb.com.br/blogs/gerenciamento-nas-nuvens/ Enviado às 17:22
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Enviar por E-mail07 de novembro de 2011
Aliança TI representa o Rio Grande do Norte no Dell World 2011
Da esquerda para a direita: Luiz Guimarães (Aliança TI), Michael Dell (CEO da Dell) e Rodrigo Torres (Dell Brasil)
Por Luiz Guimarães – arquiteto de soluções da Aliança TI, parceiro da Dell
Estive entre os dias 12 e 14 de outubro em Austin, no Texas, cidade vizinha a Round Rock, onde fica o QG mundial da Dell Computadores. Fui, a convite da fabricante, participar do Dell World 2011, evento mundial que reuniu mais de três mil pessoas, entre representantes da imprensa mundial, clientes e parceiros poderosos, como Steve Ballmer, CEO da Microsoft, Paul Otellini, CEO da Intel, Paul Martiz CEO da VMWare, além de analistas de mercado e funcionários.
Na abertura do evento, Michael Dell enfatizou a nova postura da empresa: “Não somos mais uma fabricante de hardware. Temos uma nova Dell, focada em consumidores, mais do que nunca, mas com foco end to end”. Para ele, em cinco anos a Dell já será reconhecida pelo público como “uma provedora de soluções e serviços, e não mais apenas uma vendedora de computadores”.
O encontro foi focado em mostrar como se apresenta a estrutura da companhia depois da série de nove aquisições feitas nos últimos anos, abrindo espaço para a área de serviços, segurança, networking, entre outros.
Com quase 30% de sua receita vinda de países emergentes, o encontro pôde para mostrar nova estratégia da Dell, focando a marca muito mais como uma provedora de soluções completas, passando desde o fornecimento de dispositivo até ofertas mais complexas, como cloud computing, em uma aposta end to end.
As notícias da HP estar abrindo mão de sua unidade de computação pessoal tomou boa parte do discurso do executivo, que considera essencial manter a fabricação de PCs em um mercado no qual 95% dos componentes produzidos pela indústria computacional são embarcados em notebooks e desktops, contra 5% que ficam em storages e servidores, por exemplo.
Paralelo ao evento, nós, parceiros de canais da Dell do Brasil, participamos do Partner Council Brazil, para discutir o presente e o futuro do programa de parceiros da companhia no país. É foco da Dell o fortalecimento desse modelo de atendimento ao cliente e a Aliança TI é o parceiro oficial da Dell para o estado do Rio Grande do Norte e Paraíba.
A Dell enfatizou que está em transição do processo de venda direta para o modelo de canais, mas a companhia vai superar os possíveis problemas. “Nós estamos, basicamente, rompendo os laços a favor do parceiro de canal”, afirmou Michael Dell.
Nós, parceiros, ficamos bastante entusiasmados com as definições do Dell World 2011 e serviu par ampliar os horizontes dessa parceria a favor dos nossos clientes.
Enviado às 10:43
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Enviar por E-mail05 de novembro de 2011
Aliança Hot Spot em parceria com a Dell é sucesso
Daniel Minto, do Marketing da Dell Brasil, esteve presente no evento.
No dia 5 de outubro, ocorreu mais uma edição do Hot Spot Aliança, dessa vez em parceria com a Dell. O evento foi realizado na Churrascaria Sal e Brasa e contou com a presença de vários gestores de TI de empresas públicas e privadas do Rio Grande do Norte em um almoço executivo.
A agenda contou com uma apresentação com o tema “Soluções de gerenciamento de sistemas DELL: simplificando sua TI e aumentando a produtividade dos negócios”, conduzida por Luiz Guimarães, arquiteto de soluções da Aliança; e uma exposição sobre “Networking DELL: conectividade e escalabilidade para implementação e gerenciamento de redes em sua empresa”, realizada por Daniel Minto, do Marketing da DELL.
Daniel Minto parabenizou a Aliança pelo primeiro Hot Spot realizado em parceria com a Dell, ressaltando o sucesso do evento. “Muito obrigado pela recepção e parabéns pelo excelente evento que vocês promoveram. Presença maciça de clientes, todos muito importantes na região. Foi um prazer fazer parte do mesmo”, afirmou Minto.
O evento teve a presença de mais de 70 pessoas, entre clientes da Dell e da Aliança para discutir temas atuais da área de TI que certamente irão contribuir com os desafios de negócio das empresas, conforme relataram vários dos presentes.
“É uma grande oportunidade de conhecermos sobre as tecnologias que a Dell oferece na área de gerenciamento e pudemos ampliar a visão sobre o que a Dell oferece em termos de equipamentos de rede. E saber que a Aliança TI é o parceiro oficial da Dell no estado nos dá um tranquilidade muito grande”, enfatizou Marcelo Dantas, Gerente de TI dos Supermercados Nordestão.
Enviado às 15:37
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Enviar por E-mail18 de outubro de 2011
A nuvem não é uma tendência. Domine a sua. - Impressões sobre o VMworld 2011
Paul Maritz, CEO da VMware, em sua apresentação no VMworld 2011.
Por Luiz Guimarães – arquiteto de soluções da Aliança TI, parceiro da VMware
A VMware, líder mundial em virtualização e infraestrutura de nuvem, realizou entre os dias 29 de agosto e 1 de setembro, em Las Vegas, o VMworld 2011. Com o tema “Your Cloud, Own It”, o evento contou com mais de 175 paineis sobre inovações na indústria de virtualização e computação em nuvem. Estiveram presentes quase 20.000 pessoas nos 4 dias de evento, entre executivos e convidados da VMware, parceiros e clientes.
Paul Maritz, CEO da VMware, abordou como muitas empresas já implementam seus modelos de Computação em Nuvem Privada e também utilizam serviços de Nuvem Pública, e apresentou a visão e as tecnologias que permitem combinar estas duas realidades em uma proposta de Nuvem Híbrida, em que recursos internos e externos são consumidos de maneira moderada de modo quase transparente.
Maritz reforçou que a virtualização já não é mais uma tendência, mas sim a realidade atual da TI. Para comprovar isso, Maritz comentou que mais máquinas virtuais são criadas que bebês nascem todo dia nos Estados Unidos. E que existem mais máquinas virtuais migrando entre servidores dinamicamente na infraestrutura (vMotion) que aviões no espaço aéreo mundial. A partir de então, Maritz procurou aprofundar a proposta do modelo híbrido que consegue combinar, agregar, e unificar o gerenciamento de nuvens com segurança e controle.
Para comprovar na prática esse conceito, a VMware construiu um ambiente de Laboratórios, disponibilizado durante o evento. Os “Hands On Labs” eram formados por 3 Data Centers diferentes, de 3 fornecedores de serviços de Infraestrutura em Nuvem diferentes (IaaS – Infrastructure as a Service), interconectados e agregados pela plataforma VMware vCloud de virtualização do Data Centers em Nuvem.
O resultado foi uma experiência diferenciada, que teve mais de 12.000 visitas durante o evento. O visitante escolhia, a partir de um catálogo, qual laboratório gostaria de fazer e esperava poucos minutos. Em paralelo, o ambiente VMware vCloud recebia o chamado de provisionamento do serviço, criava o ambiente virtual, “subindo” máquinas virtuais em minutos, e em seguida definia uma estação tipo Thin Client acessando a sessão de Desktop Virtual, onde o visitante poderia praticar o laboratório de sua escolha. Ao final da sessão, o vCloud desativava as máquinas virtuais do ambiente simulado e as removia do sistema, liberando recursos para os Data Centers atenderem a novos usuários.
A proposta da VMware era comprovar para as organizações que o conceito de Computação em Nuvem funciona, é seguro e é eficiente. O evento buscou desmitificar várias questões sobre virtualização e nuvem entre palestras, sessões, painéis e laboratórios.
E no dia 7 de outubro, no Brasil, teremos muitas dessas novidades sendo discutidas e apresentadas no VMware Forum 2011, em São Paulo. Um evento gratuito, interativo, onde os analistas do setor e os profissionais de TI discutirão em como habilitar "sua nuvem" para que ela atenda às necessidades de negócios específicas da nossa realidade, em conformidade com três áreas principais: infraestrutura, aplicativos e computação para o usuário final.
Enviado às 12:53
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